Delegação dos Comerciários segue junto com as Centrais Sindicais para Brasília a fim de interferir no processo de votação do Mínimo, no Senado. Assim como o governo não abre mão dos R$ 545, os trabalhadores não abrem mão dos R$ 560, que serão propostos por uma emenda do Senador Paulo Paim.
Info Comerciário 196/2019
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A cada 2 minutos, 5 mulheres são agredidas
Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.
Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado aborda diversos temas e complementa estudo similar de 2001. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência doméstica.
"Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas", diz Gustavo Venturi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e supervisor da pesquisa.
A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. "A lei é uma expressão da crescente consciência do problema da violência contra as mulheres", afirma Venturi. Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.
Estado de São Paulo
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Grandes Partidos querem aumentar com a reforma política
Tratada como prioridade do governo Dilma Rousseff e tema da agenda dos principais partidos, a reforma política, que começa a ser discutida na Câmara dos Deputados esta semana, terá como um dos principais alvos as mudanças no sistema eleitoral. Nunca houve tanto consenso sobre a importância de modificar os critérios usados para eleger ou não um deputado.
Agende o atendimento no INSS
Agendar uma data para atendimento nas agências do INSS está mais fácil. Na maior parte dos postos da região é possível conseguir uma vaga para o dia seguinte, dependendo do benefício a ser solicitado. É possível conseguir espaço na agenda mais rapidamente para os seguintes pedidos: aposentadoria por tempo de contribuiçãoi ou idade e pensão. Para ser atendido marque dia e horário, ligando para a Central 135. A ligação é gratuita a partir de uma aparelho fixo e custa uma ligação local pelo celular. Outra opção é utilizar o site da Previdêmncia: www.previdencia.gov.br.
Expresso Popular
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Câmara aprova mínimo de R$ 545,00 a partir de março
Os comerciários, práticos de farmácia e trabalhadores de todas as categorias profissionais do país deram um recado importantíssimo ao governo federal. Estão unidos, sincronizados, tem argumentos sólidos, sabem planejar estratégias e não desistem de lutar pelos seus direitos e por justiça social.
Apesar de perder a batalha pelo aumento real do salário mínimo, na Câmara, outros embates estão próximos, como o pacote de regras para os próximos aumentos do salário, que deve completar uma solução para qualquer variação negativa do PIB e a desvinculação da correção do imposto de renda do aumento salarial.
A coesão das Centrais e a exigência dos trabalhadores para que o país mantenha o caminho do desenvolvimento sustentado está ecoando no planalto e será cada vez mais reforçada pelo movimento sindical.
Amistosos de Futsal Comerciário
Estamos agendando jogos amistosos de futsal, aos domingos, no Ginásio Poliesportivo.
Ligue para o diretor Roberto Passos, 3468-9659 de manhã ou 2138-6060 à tarde.
Partido de Paulinho da Força sofrerá retaliação do governo
Depois de intensos debates, embora unidos e esperançosos, os trabalhadores não conseguiram emplacar um aumento real para o Mínimo.
A emenda de R$ 560 defendida pelo DEM, parte do PDT e pelas centrais sindicais, em especial pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) foi rejeitada por 361 votos contra, sendo que apenas 120 votaram a favor, além de 11 abstenções, totalizando 492 votantes. O PDT, embora rachado, liberou a bancada.
A emenda de R$ 560 defendida pelo DEM, parte do PDT e pelas centrais sindicais, em especial pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) foi rejeitada por 361 votos contra, sendo que apenas 120 votaram a favor, além de 11 abstenções, totalizando 492 votantes. O PDT, embora rachado, liberou a bancada.
Com o resultado, a presidente Dilma mostrou que consegue controlar o PMDB e o PDT e decidiu junto com a coordenação política do governo reagir de forma exemplar contra dissidentes para evitar a contaminação da base em futuras votações importantes. Antes do resultado da votação, o
Único partido da base a bombardear a proposta de R$ 545, o PDT foi alertado pelo Planalto que será tratado a "pão e água" por causa do comportamento do partido durante a discussão do mínimo, sendo ameaçado de ser retaliado no loteamento dos cargos de segundo escalão e a perder espaço no governo. Mas apesar da contrariedade da presidente Dilma, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, será mantido no cargo. Na votação do mínimo, a bancada do PDT votou a favor do texto-base, mas ficou liberada para votar contra o governo nos destaques.
Mídia Nacional
Mídia Nacional
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Votação do Mínimo é hoje
Mais uma vez o presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, mobilizou os comerciários do Estado de São Paulo para pressionar a Câmara dos Deputados e elevar o valor do salário acima da inflação. A votação é hoje, na Câmara. A presença dos comerciários é maciça e a categoria soma força com os trabalhadores das Centrais Sindicais que também repudiam o atrelamento da correção da tabela do Imposto de Renda ao aumento do mínimo, como propõe o Governo Dilma.
Rango em Santos é abusivamente caro
Uma refeição em Santos custa R$ 26,34, valor R$ 5,23 mais caro que a média nacional, demonstra o levantamento feito pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação para o Trabalhador - Assert. A alta santista no último ano foi de 26,63% contra 15,93% nos números nacionais e absurdamente acima da inflação de 5,9%. Tudo indica que os vilões nessa estória são o preço do feijão (51,49% de alta) e carne (29,64% de alta) e a maior demanda que dá margem para aumento de preços.A novidade é que os preços começaram a cair nas primeiras semanas de 2011 e a tendência é de queda, aliviando um pouco o bolso de quem precisa fazer malabarismos para se alimentar fora de casa. O levantamento mostra claramente que o vale-refeição pago pelas empresas ao trabalhador, uma média de R$ 10,00 por dia, não cobre as despesas mensais com refeições.
Dicas para fazer as grana render:
- Pesquisar bem antes de comer na rua, não só pelo dinheiro, mas também pela qualidade;
- Ser realista ao comer por quilo e não pegar tudo o que vê, encarecendo o custo do prato;
- Evitar a gula, que faz o dinheiro ir pelo ralo com bobagens ou guloseimas;
- Trazer comida de casa caso o gasto seja maior quwe o orçamento;
- Combinar com os colegas de serviço um sistema de almoço comunitário, onde todos tragam alimentos de casa.
Fonte: Expresso Popular - 16/2/11
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Votação do Mínimo
O movimento sindical brasileiro e os comerciários e práticos de farmácia, em particular, estarão concentrados em Brasília hoje(15) e amanhã(16) para engrossar a massa de trabalhadores que vai acompanhar a votação do salário mínimo na Câmara Federal.Nossa Central, a Força Sindical, liderada pelo seu presidente, o deputado Paulinho, estará fazendo um verdadeiro corpo a corpo, tentando sensibilizar os parlamentares, mostrando-lhes que o salário mínimo valorizado gera distribuição de renda e aquece o mercado. Todas as Centrais estarão presentes.
Confira o artigo de Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, publicado em 15.02.11 n a Folha
Confira o artigo de Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, publicado em 15.02.11 n a Folha
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Lula critica Centrais
Lula foi infeliz ao criticar as centrais sindicais, chamando-as de oportunistas por defenderem um salário mínimo de R$ 580, durante o Fórum Social em Dacar/Senegal.
Unidas, as centrais repudiaram as declarações do ex-presidente, reafirmando também a importância da garantia de aumento real do salário mínimo, ou seja, um acordo de valorização do salário e não apenas correção. Do mesmo modo, o ajuste da tabela do imposto de renda e reajuste para os aposentados, são medidas fundamentais para minimizar a injusta distribuição de renda no país.
As Centrais Sindicais CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT junto com os movimentos sociais vão realizar uma mobilização no Congresso Nacional, na próxima terça-feira (15), em defesa do salário mínimo de R$ 580 e da continuidade da política de recuperação permanente.
Unidas, as centrais repudiaram as declarações do ex-presidente, reafirmando também a importância da garantia de aumento real do salário mínimo, ou seja, um acordo de valorização do salário e não apenas correção. Do mesmo modo, o ajuste da tabela do imposto de renda e reajuste para os aposentados, são medidas fundamentais para minimizar a injusta distribuição de renda no país.
As Centrais Sindicais CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT junto com os movimentos sociais vão realizar uma mobilização no Congresso Nacional, na próxima terça-feira (15), em defesa do salário mínimo de R$ 580 e da continuidade da política de recuperação permanente.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Centrais não abrem mão de aumento real do mínimo e vão à luta
Os sindicalistas iniciam um corpo a corpo no Congresso como reação à estratégia do governo de buscar apoio do Legislativo para o projeto que fixa o salário mínimo em R$ 545. Mobilizações de rua e paralisações também fazem parte da tática.Nesta terça-feira, após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificar as centrais sindicais de oportunistas, a presidente Dilma Rousseff mobilizou os líderes dos partidos aliados em torno do mínimo corrigido apenas pela inflação.
Mas centrais não abrem mão de um aumento real e vão à luta, intensificando as conversas com as lideranças dos partidos, pois, apesar do governo exibir maioria, o Congresso tem se mostrado um espaço favorável às demandas trabalhistas.
Ag Diap
Ag Diap
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Governo suspende negociação do mínimo com centrais
O secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho afirmou, nesta terça-feira (8), em Dacar, no Senegal, em meio ao Fórum Social Mundial, que o reajuste do salário mínimo não é mais negociável nas conversas com as centrais sindicais.
O anúncio é uma das medidas mais decepcionantes e uma má sinalização do governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo Carvalho, o governo segue disposto a conversar com sindicalistas sobre a alíquota do Imposto de Renda - mas não sobre os ínfimos R$ 545 de salário mínimo oferecidos pelo governo aos trabalhadores.
Para o ministro, o governo não tem uma situação fiscal que permita ir além do previsto no acordo em vigor, que prevê o reajuste do mínimo baseado na soma da inflação anual e da variação do crescimento do PIB nos dois anos anteriores.
A decisão já era esperada por parte das centrais, que criticam o poder da equipe econômica nas negociações e a dificuldade para conversar com o novo governo, o que não se mostra como um bom começo de relacionamento.
As centrais sindicais estão convocando movimentos sociais para participar de ações contra a proposta do governo para o reajuste no valor do salário mínimo.
Com o fim das negociações com o governo, a ideia agora é direcionar a pressão para os congressistas.
Com o fim das negociações com o governo, a ideia agora é direcionar a pressão para os congressistas.
A intenção é dar início, já na próxima semana, a eventos em todo o país. As centrais iniciaram a negociação defendendo o valor de R$ 580 para o mínimo, mas sinalizaram que, se o governo subisse sua proposta, haveria possibilidade de acordo. O governo, porém, permaneceu irredutível nos R$ 545.
Boom Feminino no Governo
Em seu primeiro mês de governo, a presidente Dilma Rousseff nomeou 75% mais mulheres que o governo Lula.
Gráfico publicado na Folha de São Paulo - 8/2
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Nr de empregos temporários para a Páscoa deve aumentar
Considerada uma das três melhores datas sazonais para conquista de emprego temporário, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) estima que serão abertas 70 mil vagas em todo o Brasil para a Páscoa. A expectativa é 10,5% maior que o resultado registrado em 2010.
Segundo o levantamento encomendado pela Asserttem, 28% dos trabalhadores contratados deverão permanecer no emprego após o término do contrato, representando trabalho efetivo para 19,6 mil brasileiros. Jovens sem experiência deverão preencher 22% das vagas abertas. A associação acredita que 40% do total das vagas temporárias para o período serão abertas no comércio e a remuneração deverá variar entre R$ 600 e R$ 900.
Blog do Trabalho
Luta pela regulamentação da categoria comerciária ganha novo impulso.
Graças ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), os comerciários vão retomar com força sua principal bandeira: a regulamentação da profissão. O senador promete desarquivar o PLS 115/2007, de autoria de Paulo Paim (PT-RS), que reconhece a profissão de comerciário.
A retomada da mobilização, no âmbito do Congresso, foi sacramentada durante encontro entre o secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), José Augusto Silva Filho e o senador Sarney, no dia 4/fevereiro.
O projeto de Paim atende pedido da CNTC, de 30 Federações estaduais e 835 Sindicatos. A regularização profissional beneficiaria 10 milhões de comerciários em todo o Brasil.
Esta iniciativa vai reforçar a união das forças comerciárias junto ao Congresso Nacional, pois, esta é uma questão de princípio para todas as entidades comerciárias.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Mínimo e IR: impasse entre Centrais e Governo
A segunda rodada de negociações entre centrais sindicais e governo federal, dia 4/fev, terminou em impasse. Na pauta: reajuste digno do salário mínimo e aposentados e a correção da tabela do IR.
O deputado federal Paulinho da Força, explica o porquê do não entendimento: “o governo que atrelar a correção da tabela do imposto de renda em 6,71% à nossa aceitação do valor do salário mínimo em R$ 545,00 mas, nós deixamos bem claro que não aceitaremos nenhum tipo de condicionamento”.
As Centrais reafirmaram sua união não abrindo mão de suas reivindicações. Neste mesmo dia os aposentados liderados pelo Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados) se manifestaram em prol das reivindicações das centrais. O presidente Motta (Fecomerciários) que exerce também o cargo de tesoureiro da Força Sindical participou da reunião.
Portal Fecomerciários
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Governo e Centrais sob pressão na questão do IR e Mínimo
Reunidos, governo e sindicalistas recuaram em suas posições na busca de um acordo em torno do novo salário mínimo. Depois de negar que houvesse estudos no Planalto para corrigir a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, acenou com um reajuste.Segundo o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), "só depende de discutir qual o valor". As centrais querem que as faixas de recolhimento do IR sejam elevadas em 6,46%. Elas alegam que, congelada, a tabela da Receita Federal está retirando dos trabalhadores os ganhos salariais conquistados no ano passado.
Não foi só Mantega que mudou de posição. Paulinho admitiu que, para garantir um mínimo maior, aceitaria antecipar parte do reajuste programado para 2012. "Nós, da Força Sindical, toparíamos fazer um acordo para os dois anos (2011 e 2012)", disse. "Poderia ser uma parte de antecipação, mas tem de ter aumento real".
Nos bastidores, o governo já admite que o mínimo deverá ficar em R$ 550 e a tabela será corrigida em 4,5%. Essas decisões, porém, não serão tomadas agora. Elas irão à mesa de negociação conforme o tema evoluir no Congresso Nacional.
Ag. Diap
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