Info Comerciário 195/2019

terça-feira, 1 de abril de 2014

8ª Marcha das Centrais Sindicais sai em defesa do salário mínimo

Luiz Carlos Motta 
Presidente Fecomerciários

Os 68 Sindicatos Filiados à Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo estão mobilizados para participar intensamente da 8ª Marcha da Classe Trabalhadora. Dia 9 de abril, na capital paulista, às 10 horas, marcharemos da Praça da Sé até a Avenida Paulista bradando pela retomada das discussões da Pauta Trabalhista. O ato deve se repetir em todo o Brasil.

Juntamente com as Centrais Sindicais estaremos nas ruas lutando, por exemplo, pela manutenção da política de valorização do Salário Mínimo, entre outras reivindicações unitárias, como o fim do Fator Previdenciário, a redução da jornada semanal de trabalho, sem diminuição salarial, a atualização da tabela do Imposto de Renda e taxas de juros menores, entre outras bandeiras de luta.

48 milhões de beneficiados 
O pagamento de um salário mínimo digno significa inclusão social, geração de renda e redução das desigualdades. O piso nacional de R$ 724,00 beneficia 48 milhões de brasileiros que fortalecem o mercado interno porque recuperaram o poder de compra.

Acabar com a política de valorização permanente do Salário Mínimo, como defendem alguns setores, é um retrocesso que já está sendo fortemente combatido pelo movimento sindical.

Valorizar o salário mínimo é defender os reais interesses do Brasil.

Fundacentro começa a funcionar em setembro

Diário do Litoral 1/abr/2014

Comerciários recebem vacinas no Sindicato


Os comerciários de Santos tiveram à sua disposição durante a semana de 17 a 21 de março um posto de vacinação, montado na Sede do Sindicato, pela Secretaria de Saúde de Santos, visando a proteção destes trabalhadores que vão lidar com muitos turistas neste ano de Copa do Mundo.

As vacinas disponibilizadas, de acordo com a agenda do Ministério da Saúde, foram aquelas que devem constar da imunização de pessoas adultas. Foram aplicadas 424 doses de Dupla Adulto (difteria e tétano), 424 doses de Hepatite B e 435 tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola).

O lado desconhecido do Congresso

Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo Pública
Para entrar em qualquer ministério no Brasil, é preciso ter hora marcada com algum servidor. A recepção do Tribunal de Contas da União, órgão auxiliar do Legislativo, funciona do mesmo jeito. Na Câmara dos Deputados e no Senado, a dinâmica é outra. Qualquer visitante faz um rápido cadastro e tem o acesso liberado, sem precisar marcar hora. São “Casas do povo”, onde 513 deputados federais e 81 senadores reúnem-se em comissões permanentes, criam Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), conversam sobre quais projetos do governo vão apoiar ou atacar e propõem e votam projetos de lei e propostas de emenda constitucional, entre outras atividades. 

Como costumam disputar a reeleição ou outros cargos públicos, os 594 representantes procuram aparecer como idealizadores e realizadores de tudo que se passa no Congresso Nacional. Mas eles, é claro, não trabalham sozinhos. Há 6.163 funcionários no Senado, sem contar terceirizados, e 18.839 na Câmara dos Deputados – concursados ou não – que aconselham, guiam, informam e assessoram os parlamentares. O trabalho dessas pessoas é ainda muito pouco conhecido, quase invisível para quem não acompanha de perto a rotina do Legislativo.

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