Info Comerciário 193/2019

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Qualificação para Negociação



O presidente Biloti participou de workshop realizado pela Fecomerciários e  Franklin Covey nos dias 27 e 28 de novembro, em São Paulo, cujo tema foi  “Negociação: teoria e ferramentas do projeto de negociação de Harvard” e contou com a participação de 32 presidentes de Sindicatos Filiados. O facilitador do workshop foi Pablo Laurino Urrutia, consultor sênior da CMI International Group.

Durante o workshop foram trabalhados diferentes conceitos sobre habilidades negociadoras, tomada de decisões e resoluções de problemas, que auxiliam na escolha e aplicação de teorias e ferramentas de negociação capazes de proporcionar aos participantes novos recursos para o manejo eficaz de conflitos, buscando, com isso, instrumentalizá-los para negociações mais eficazes.

Uma metodologia aplicada no workshop proporcionou, aos participantes, refletir sobre suas habilidades individuais como negociadores, focando principalmente nas competências necessárias ao estabelecimento de boas relações interpessoais no manejo de situações que envolvem relações pessoais e de trabalho, importantes para o planejamento e o desenvolvimento de táticas de negociação, quebra de paradigmas e alcance de resultados mais assertivos.

O desenvolvimento desta atividade de capacitação foi, para a Fecomerciários, mais um grande e valioso investimento em sua equipe de líderes sindicais, pois é por meio de ações educativas como essas que se conseguem equipes fortemente engajadas e preparadas para as demandas de mercado que, cada vez mais, exigem dos dirigentes sindicais, conhecimento, flexibilidade e capacidade de inovação no exercício de representação dos trabalhadores nos âmbitos trabalhista e social.

Para o presidente Biloti está foi sem duvida mais uma ferramenta que enriquecerá o conhecimento dos negociadores e auxiliará muito nas negociações coletivas que a cada ano se tornam mais difíceis e acirradas.
Fecomerciários

3 ª Conferência Regional UNI Américas


O presidente Biloti, Diretor de Assuntos do Trabalho  e Coordenador da Regional SP, Grande SP e Baixada Santista da Fecomerciários estará participando da 3ª Conferência Regional UNI Américas que acontece entre dos dias 5 e 7 de dezembro em Montevidéu e vai contar com centenas de participantes de todo o continente americano, Caribe e outras partes do mundo que se reunirão para debater entre vários itens, entre eles um novo impulso para a negociação coletiva como fundamento no desenvolvimento sustentável nas Américas, emprego decente, que envolve estabilidade e mais contratações, melhores condições de trabalho, preservação da saúde, mais segurança.

Conjuntamente serão realizadas Conferências da UNI Américas Finanças e UNI Américas Gráficos, além das Conferências de Mulheres e de Juventude. Essas conferências serão importantes para aprofundar a organização e a unidade das entidades sindicais das Américas, visando estreitar laços de solidariedade e construir estratégias e ações sindicais para avançar nos direitos e conquistas dos trabalhadores, que estão começando a virar a maré contra a pobreza. 


Investimentos em infra-estrutura, saúde, educação uma rede de segurança social, as transferências sociais estão funcionando. Há um novo compromisso para o crescimento dos sindicatos e do salário mínimo, através de forte negociação e medidas para criar um sistema mais justo econômica. Trata-se de um trabalho digno que dá aos trabalhadores uma voz em uma nova era de economia sustentável.

Governo pressiona Câmara para não votar o Fator Previdenciário

Centrais discutem hoje votação do fim do fator previdenciário

Dirigentes das centrais sindicais (Força Sindical, CUT, CTB, UGT, Nova Central) vão se reunir hoje (dia 3), às 16 horas, na sede da CUT (Central Única dos Trabalhadores) para discutir a votação do fim do fator previdenciário.Os sindicalistas darão uma coletiva à imprensa.

Os trabalhadores realizaram atos na Câmara dos Deputados pelo fim do fator há vários anos e intensificaram as mobilizações nas últimas semanas. “Vamos insistir na mobilização porque, a cada ano, os trabalhadores que vão se aposentar estão sendo prejudicados. Isto é um crime contra eles”, disse Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo PDT-SP.
Força Sindical

Fica para 2013 votação do fator previdenciário

Proposta do Senado quer o fim da cobrança de impostos sobre medicamentos



Expresso Popular - Bruno Rios
Um projeto de lei polêmico aprovado esta semana pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado pode deixar os remédios até 35% mais baratos nas farmácias.

A fórmula mágica consiste no fim da cobrança de impostos sobre os medicamentos. O tema é dos mais espinhosos, pois deixar de cobrar impostos pode significar prejuízo aos cofres do Governo Federal.

Receber a aprovação dos senadores que fazem parte da CCJ era uma etapa dificílima. E ela foi superada em Brasília. O assunto agora irá parar no plenário do Congresso Nacional.


Quem teve a ideia de cortar os impostos de todos os remédios vendidos no País foi o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), que adotou um discurso otimista. Em sua fala, ele garantiu que ninguém sairá perdendo nessa história. “Haverá mais consumo de remédios, as indústrias produzirão mais, empregos serão gerados e o Governo não perderá nada.”

Apesar de nem ter saído do papel, alguns especialistas já fizeram projeções do que poderia mudar em seu dia a dia com a aprovação deste projeto de lei.
O antialérgico Prelone passaria de R$ 22,70 para R$ 14,75. Já o Captopril cairia de R$ 25,34 para R$ 16,75, dando um baita alívio ao bolso de quem precisa do remédio para tratar a hipertensão arterial e insuficiência cardíaca.

“Sem dúvida, é uma proposta ousada e que vai na contramão do que sempre foi pregado por quem está no poder. Não sei se ela passará nas votações em plenário, mas seria um marco”, reconhece a economista Carla Rodrigues.

Os impostos mais famosos que cairiam fora de qualquer preço final de medicamentos seriam os seguintes: IPI, ICMS, Cofins e Pasep.
Uma sopa de letras que garante estabilidade às finanças públicas, mas pesa bastante no bolso.

A tendência é de que o tema seja analisado pelo Congresso em 2013. Até lá, o consumidor deverá fazer o mesmo de sempre: bater perna e pesquisar bastante na hora da compra.



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