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Info Comerciário 195/2019

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Doe Sangue para o Carnaval, salve uma Vida!


Carvaval está aí e nesta ocasião os estoques de sangue nos hospitais costumam ficar reduzidos por causa do aumento do número de atendimentos de emergência e vítimas de acidentes. Por isso, seja solidário, DOE SANGUE!


O doador deve ter idade entre 18 e 65 anos, peso acima de 50 quilos, estar alimentado e apresentar documento original com foto. Não pode doar sangue quem teve hepatite, seja portador de hepatite B ou C, Aids e usuários de drogas injetáveis.

Em Santos, as doações podem ser feitas na Santa Casa , Hospital Ana Costa (3228-9000), Hemognósis (3232-4772), Hemonúcleo de Santos (3223-4265) e Bweneficiência Portuguesa (3229-3434).

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Agora é mesmo: Salário Mínimo R$ 545

Os trabalhadores fizeram sua parte e deixaram uma mensagem importante para o governo federal: estamos unidos, articulados e dispostos a lutar!

O Senado rejeitou todas as emendas que foram propostas para alterar o projeto de lei que trata da política permanente de reajuste do salário mínimo. Das 11 emendas apresentadas hoje (23), oito foram rejeitadas em votação simbólica, votadas em bloco. As outras três emendas que foram destacadas para serem votadas nominalmente também foram rejeitadas pela maioria governista na Casa. O o texto segue direto para sanção presidencial, sem precisar retornar à Câmara dos Deputados.
Ag. BRasil

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mulheres buscam aumentar sua participação política


Em termos de avanços, os movimentos que defendem os direitos das mulheres esperam que, na atual legislatura, a bancada feminina no Congresso consiga ampliar ainda mais a participação da mulher no espaço político.

A nova bancada feminina do governo federal inicia a legislatura com renovações, mas sem ampliação em relação à legislatura anterior. São 43 deputadas e 12 senadoras, entre elas, mulheres com farta experiência política.

Para o movimento feminista, a reforma política é uma das oportunidades únicas para ampliar o debate sobre a apropriação de poder pelas mulheres, sendo de suma importância que elas não fiquem de fora da reforma política.

Congresso comemorará o Dia Internacional da Mulher com debates e propostas


As comemorações do Dia Internacional da Mulher ocorrerão no dia 1º de março em sessão conjunta do Congresso. 

Segundo a senadora Vanessa Grazziotin, não se trata de uma data para presentear, mas sim para reivindicar, o objetivo é comemorar combatendo, discutindo e propondo. 

 "Queremos ser donas do nosso destino, queremos o fim de toda a violência contra as mulheres, o fim da violência doméstica que vitima esposas, companheiras, noivas, namoradas”, diz a senadora.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Congresso Nacional: novos líderes e representantes de partidos

A sessão legislativa de 2011 tem 27 líderes ou representantes partidários em atuação na Câmara neste início da 54ª Legislatura. Além dos líderes ou representantes das 22 legendas com representação na Casa, foram formados três blocos parlamentares. Completam a lista os titulares das lideranças do Governo e da Minoria.
Leia a íntegra para saber mais

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A luta pelo Mínimo de R$ 560 continua no Senado

Delegação dos Comerciários segue junto com as Centrais Sindicais para Brasília a fim de interferir no processo de votação do Mínimo, no Senado. Assim como o governo não abre mão dos R$ 545, os trabalhadores não abrem mão dos R$ 560, que serão propostos por uma emenda do Senador Paulo Paim.

A cada 2 minutos, 5 mulheres são agredidas

Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo. 

Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado aborda diversos temas e complementa estudo similar de 2001. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência doméstica.

"Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas", diz Gustavo Venturi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e supervisor da pesquisa.

A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. "A lei é uma expressão da crescente consciência do problema da violência contra as mulheres", afirma Venturi. Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.
Estado de São Paulo

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Grandes Partidos querem aumentar com a reforma política

Tratada como prioridade do governo Dilma Rousseff e tema da agenda dos principais partidos, a reforma política, que começa a ser discutida na Câmara dos Deputados esta semana, terá como um dos principais alvos as mudanças no sistema eleitoral. Nunca houve tanto consenso sobre a importância de modificar os critérios usados para eleger ou não um deputado.

Agende o atendimento no INSS

Agendar uma data para atendimento nas agências do INSS está mais fácil. Na maior parte dos postos da região é possível conseguir uma vaga para o dia seguinte, dependendo do benefício a ser solicitado. É possível conseguir espaço na agenda mais rapidamente para os seguintes pedidos: aposentadoria por tempo de contribuiçãoi ou idade e pensão. Para ser atendido marque dia e horário, ligando para a Central 135. A ligação é gratuita a partir de uma aparelho fixo e custa uma ligação local pelo celular. Outra opção é utilizar o site da Previdêmncia: www.previdencia.gov.br.
Expresso Popular

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Câmara aprova mínimo de R$ 545,00 a partir de março

Os comerciários, práticos de farmácia e trabalhadores de todas as categorias profissionais do país deram um recado importantíssimo ao governo federal. Estão unidos, sincronizados, tem argumentos sólidos, sabem planejar estratégias e não desistem de lutar pelos seus direitos e por justiça social.

Apesar de perder a batalha pelo aumento real do salário mínimo, na Câmara, outros embates estão próximos, como o pacote de regras para os próximos aumentos do salário, que deve completar uma solução para qualquer variação negativa do PIB e a desvinculação da correção do imposto de renda do aumento salarial.

A coesão das Centrais e a exigência dos trabalhadores para que o país mantenha o caminho do desenvolvimento sustentado está ecoando no planalto e será cada vez mais reforçada pelo movimento sindical.

Amistosos de Futsal Comerciário

Estamos agendando jogos amistosos de futsal, aos domingos, no Ginásio Poliesportivo.

Ligue para o diretor Roberto Passos, 3468-9659 de manhã ou 2138-6060 à tarde.

Partido de Paulinho da Força sofrerá retaliação do governo

Depois de intensos debates, embora unidos e esperançosos, os trabalhadores não conseguiram emplacar um aumento real para o Mínimo. 


A emenda de R$ 560 defendida pelo DEM, parte do PDT e pelas centrais sindicais, em especial pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) foi rejeitada por 361 votos contra, sendo que apenas 120 votaram a favor, além de 11 abstenções, totalizando 492 votantes. O PDT, embora rachado, liberou a bancada.



Com o resultado, a presidente Dilma mostrou que consegue controlar o PMDB e o PDT e decidiu junto com a coordenação política do governo reagir de forma exemplar contra dissidentes para evitar a contaminação da base em futuras votações importantes. Antes do resultado da votação, o

Único partido da base a bombardear a proposta de R$ 545, o PDT foi alertado pelo Planalto que será tratado a "pão e água" por causa do comportamento do partido durante a discussão do mínimo, sendo ameaçado de ser retaliado no loteamento dos cargos de segundo escalão e a perder espaço no governo. Mas apesar da contrariedade da presidente Dilma, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, será mantido no cargo. Na votação do mínimo, a bancada do PDT votou a favor do texto-base, mas ficou liberada para votar contra o governo nos destaques.
Mídia Nacional

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Votação do Mínimo é hoje

Mais uma vez o presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, mobilizou os comerciários do Estado de São Paulo para pressionar a Câmara dos Deputados e elevar o valor do salário acima da inflação. A votação é hoje, na Câmara.

 A presença dos comerciários é maciça e a categoria soma força com os trabalhadores das Centrais Sindicais que também repudiam o atrelamento da correção da tabela do Imposto de Renda ao aumento do mínimo, como propõe o Governo Dilma.

Rango em Santos é abusivamente caro

Uma refeição em Santos custa R$ 26,34, valor R$ 5,23 mais caro que a média nacional, demonstra o levantamento feito pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação para o Trabalhador - Assert. A alta santista no último ano foi de 26,63% contra 15,93% nos números nacionais e absurdamente acima  da inflação de 5,9%. Tudo indica que os vilões nessa estória são o preço do feijão (51,49% de alta) e carne (29,64% de alta) e a maior demanda que dá margem para aumento de preços.

A novidade é que os preços começaram a cair nas primeiras semanas de 2011 e a tendência é de queda, aliviando um pouco o bolso de quem precisa fazer malabarismos para se alimentar fora de casa. O levantamento  mostra claramente que o vale-refeição pago pelas empresas ao trabalhador, uma média de R$ 10,00 por dia,  não cobre as despesas mensais com refeições.

Dicas para fazer as grana render:
- Pesquisar bem antes de comer na rua, não só pelo dinheiro, mas também pela qualidade;
- Ser realista ao comer por quilo e não pegar tudo o que vê, encarecendo o custo do prato;
- Evitar a gula, que faz o dinheiro ir pelo ralo com bobagens ou guloseimas;
- Trazer comida de casa caso o gasto seja maior quwe o orçamento;
- Combinar com os colegas de serviço um sistema de almoço comunitário, onde todos tragam alimentos de casa.
Fonte: Expresso Popular - 16/2/11

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Votação do Mínimo

O movimento sindical brasileiro e os comerciários e práticos de farmácia, em particular, estarão concentrados em Brasília hoje(15) e amanhã(16) para engrossar a massa de trabalhadores que vai acompanhar a votação do salário mínimo na Câmara Federal.

Nossa Central, a Força Sindical, liderada pelo seu presidente, o deputado Paulinho, estará fazendo um verdadeiro corpo a corpo, tentando sensibilizar os parlamentares, mostrando-lhes que o salário mínimo valorizado gera distribuição de renda e aquece o mercado. Todas as Centrais estarão presentes.
Confira o artigo de Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, publicado em 15.02.11 n a Folha

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Lula critica Centrais


Lula foi infeliz ao criticar as centrais sindicais, chamando-as de oportunistas por defenderem um salário mínimo de R$ 580, durante o Fórum Social em Dacar/Senegal.

Unidas, as centrais repudiaram as declarações do ex-presidente, reafirmando também a importância da garantia de aumento real do salário mínimo, ou seja, um acordo de valorização do salário e não apenas correção. Do mesmo modo, o ajuste da tabela do imposto de renda e reajuste para os aposentados, são medidas fundamentais para minimizar a injusta distribuição de renda no país.

As Centrais Sindicais CGTB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central e UGT junto com os movimentos sociais vão realizar uma mobilização no Congresso Nacional, na próxima terça-feira (15), em defesa do salário mínimo de R$ 580 e da continuidade da política de recuperação permanente.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Centrais não abrem mão de aumento real do mínimo e vão à luta


Os sindicalistas iniciam um corpo a corpo no Congresso como reação à estratégia do governo de buscar apoio do Legislativo para o projeto que fixa o salário mínimo em R$ 545. Mobilizações de rua e paralisações também fazem parte da tática.


Nesta terça-feira, após o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificar as centrais sindicais de oportunistas, a presidente Dilma Rousseff mobilizou os líderes dos partidos aliados em torno do mínimo corrigido apenas pela inflação.

Mas centrais não abrem mão de um aumento real e vão à luta, intensificando as conversas com as lideranças dos partidos, pois, apesar do governo exibir maioria, o Congresso tem se mostrado um espaço favorável às demandas trabalhistas.
Ag Diap

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Governo suspende negociação do mínimo com centrais

O secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho afirmou, nesta terça-feira (8), em Dacar, no Senegal, em meio ao Fórum Social Mundial, que o reajuste do salário mínimo não é mais negociável nas conversas com as centrais sindicais.

O anúncio é uma das medidas mais decepcionantes e uma má sinalização do governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo Carvalho, o governo segue disposto a conversar com sindicalistas sobre a alíquota do Imposto de Renda - mas não sobre os ínfimos R$ 545 de salário mínimo oferecidos pelo governo aos trabalhadores.

Para o ministro, o governo não tem uma situação fiscal que permita ir além do previsto no acordo em vigor, que prevê o reajuste do mínimo baseado na soma da inflação anual e da variação do crescimento do PIB nos dois anos anteriores.

A decisão já era esperada por parte das centrais, que criticam o poder da equipe econômica nas negociações e a dificuldade para conversar com o novo governo, o que não se mostra como um bom começo de relacionamento.

As centrais sindicais estão convocando movimentos sociais para participar de ações contra a proposta do governo para o reajuste no valor do salário mínimo.
Com o fim das negociações com o governo, a ideia agora é direcionar a pressão para os congressistas.

A intenção é dar início, já na próxima semana, a eventos em todo o país. As centrais iniciaram a negociação defendendo o valor de R$ 580 para o mínimo, mas sinalizaram que, se o governo subisse sua proposta, haveria possibilidade de acordo. O governo, porém, permaneceu irredutível nos R$ 545.

Boom Feminino no Governo

Em seu primeiro mês de governo, a presidente Dilma Rousseff nomeou 75% mais mulheres que o governo Lula.
Gráfico publicado na Folha de São Paulo  - 8/2

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Nr de empregos temporários para a Páscoa deve aumentar

Considerada uma das três melhores datas sazonais para conquista de emprego temporário, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) estima que serão abertas 70 mil vagas em todo o Brasil para a Páscoa. A expectativa é 10,5% maior que o resultado registrado em 2010.

Segundo o levantamento encomendado pela Asserttem, 28% dos trabalhadores contratados deverão permanecer no emprego após o término do contrato, representando trabalho efetivo para 19,6 mil brasileiros. Jovens sem experiência deverão preencher 22% das vagas abertas. A associação acredita que 40% do total das vagas temporárias para o período serão abertas no comércio e a remuneração deverá variar entre R$ 600 e R$ 900.
Blog do Trabalho

Luta pela regulamentação da categoria comerciária ganha novo impulso.


Graças ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), os comerciários vão retomar com força sua principal bandeira: a regulamentação da profissão. O senador promete desarquivar o PLS 115/2007, de autoria de Paulo Paim (PT-RS), que reconhece a profissão de comerciário.


A retomada da mobilização, no âmbito do Congresso, foi sacramentada durante encontro entre o secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), José Augusto Silva Filho e o senador Sarney, no dia 4/fevereiro.


O projeto de Paim atende pedido da CNTC, de 30 Federações estaduais e 835 Sindicatos. A regularização profissional beneficiaria 10 milhões de comerciários em todo o Brasil.


Esta iniciativa vai reforçar a união das forças comerciárias junto ao Congresso Nacional, pois, esta é uma questão de princípio para todas as entidades comerciárias.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mínimo e IR: impasse entre Centrais e Governo

A segunda rodada de negociações entre centrais sindicais e governo federal, dia 4/fev, terminou em impasse. Na pauta: reajuste digno do salário mínimo e aposentados e a correção da tabela do IR.

O deputado federal Paulinho da Força, explica o porquê do não entendimento: “o governo que atrelar a correção da tabela do imposto de renda em 6,71% à nossa aceitação do valor do salário mínimo em R$ 545,00 mas, nós deixamos bem claro que não aceitaremos nenhum tipo de condicionamento”.

As Centrais reafirmaram sua união não abrindo mão de suas reivindicações. Neste mesmo dia os aposentados liderados pelo Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados) se manifestaram em prol das reivindicações das centrais. O presidente Motta (Fecomerciários) que exerce também o cargo de tesoureiro da Força Sindical participou da reunião.
Portal Fecomerciários

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Governo e Centrais sob pressão na questão do IR e Mínimo

Reunidos,  governo e sindicalistas recuaram em suas posições na busca de um acordo em torno do novo salário mínimo. Depois de negar que houvesse estudos no Planalto para corrigir a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, acenou com um reajuste.

Segundo o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), "só depende de discutir qual o valor". As centrais querem que as faixas de recolhimento do IR sejam elevadas em 6,46%. Elas alegam que, congelada, a tabela da Receita Federal está retirando dos trabalhadores os ganhos salariais conquistados no ano passado.

Não foi só Mantega que mudou de posição. Paulinho admitiu que, para garantir um mínimo maior, aceitaria antecipar parte do reajuste programado para 2012. "Nós, da Força Sindical, toparíamos fazer um acordo para os dois anos (2011 e 2012)", disse. "Poderia ser uma parte de antecipação, mas tem de ter aumento real".

Nos bastidores, o governo já admite que o mínimo deverá ficar em R$ 550 e a tabela será corrigida em 4,5%. Essas decisões, porém, não serão tomadas agora. Elas irão à mesa de negociação conforme o tema evoluir no Congresso Nacional.
Ag. Diap

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Pontualidade é virtude valorizada no mercado de trabalho


Ampliado teto de financiamento do FGTS para imóveis destinados a população de baixa renda

O valor do financiamento de imóveis para população de baixa renda por meio do FGTS será ampliado. Nas regiões metropolitanas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro, o teto será de R$ 170 mil. Nas demais capitais e municípios com mais de 1 milhão de habitantes, o valor a ser financiado será de até R$ 150 mil.

Nos municípios com mais de 250 mil habitantes ou inseridos em regiões metropolitanas, o teto será de R$ 130 mil; naqueles com mais de 50 mil habitantes, passará a ser de R$ 100 mil e de R$ 80 mil para as demais cidades do país.

A decisão tomada dia 2/fev pelo Conselho Curador do FGTS beneficiará pessoas cuja renda familiar máxima seja de R$ 4,9 mil para regiões metropolitanas e municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes e de R$ 3,9 mil para as demais regiões do país.

De acordo com o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que preside o conselho, a medida traz equivalência aos valores praticados no mercado imobiliário. Segundo ele, desde 2007 não havia reajuste desses valores.

A taxa nominal de juros das operações destinadas a esse financiamento na área habitacional para população de baixa renda está fixada em 6% ao ano mais Taxa Referencial. Essa taxa pode chegar a 5% com subsídios para famílias com renda de até R$ 2.790.

O FGTS pode financiar até 90% do valor de imóveis novos ou usados, sendo o prazo de pagamento de até 30 anos. A resolução do conselho entra em vigor a partir da sua publicação, quando a Caixa começa a operar com os novos valores.
Pedro Peduzzi - Agência Brasil

Comerciários participam da posse de representantes dos trabalhadores no Congresso

Dirigentes sindicais filiados à Fecomerciários, liderados pelo presidente Luiz Carlos Motta estiveram em Brasília, acompanhando a posse dos deputdos federais. 

A classe sindical será representada por 62 deputados federais e 6 senadores. 


Marco Maia, que projetou-se na política como sindicalista, foi eleito presidente da Câmara.
Foto: Blog da Fecomerciários

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Força não aceita mínimo de R$ 545

O secretário-geral da Presidência, ministro Gilberto Carvalho, vai conversar separadamente com cada uma das seis centrais sindicais antes da reunião geral marcada para sexta-feira (4), quando deverá ser fechado o acordo sobre o reajuste do salário mínimo. Hoje (2), a conversa foi com a Força Sindical e contou com a participação do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Segundo o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Perreira da Silva, o Paulinho, o ministro Mantega está apelando às centrais que aceitem o valor proposto pela área econômica, de R$ 545, "com o argumento da responsabilidade fiscal, da questão dos gastos, que o governo vai ter de fazer contingenciamento". Em compensação, segundo Paulinho, a equipe econômica do governo poderia discutir a correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física.

Segundo narrou Paulinho, o ministro Mantega disse, na reunião, que o salário mínimo acima dos R$ 545 seria visto como gasto e criaria expectativa de mais inflação pelo mercado. O sindicalista respondeu que, para a Força Sindical, é muito difícil fazer um acordo que não contemple o reajuste maior do salário mínimo.

Segundo o presidente da Força, o governo também precisa enviar ao Congresso, junto com a medida provisória do salário mínimo, a formalização da política de valorização do mínimo com base na variação do Produto Interno Bruto (PIB). “Queremos que a presidenta Dilma mande na medida provisória o atual acordo, [que tem como base de reajuste] a inflação mais o PIB do ano anterior. Queremos que ela coloque essa política na medida provisória que será enviada ao congresso para que possamos aprová-la e ter validade para os quatro anos”.
Roberta Lopes - Agência Brasil

O Comerciário nr 143 - Fique por dentro!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Redução da Jornada



Pelo menos 44% dos deputados que tomarão posse nesta terça-feira (1º/fev) apoiam a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sem a diminuição de salário - bandeira histórica do movimento sindical. O levantamento foi realizado pelo Portal G1. Dos 414 parlamentares que participaram, 229 disseram "sim", 116, "não", e 69 não souberam responder
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