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Info Comerciário 195/2019

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

6ª rodada dos Jogos foi disputadíssima!

A 6ª rodada dos Jogos Comerciários de Futsal 2019, na noite de terça feira foi disputadíssima, mais uma vez as equipes apresentaram um futsal de primeira qualidade. 

Na 1ª partida a equipe do supermercado Krill de Cubatão ganhou seu segundo jopgo, desta vez o adversário foi o time da Concessionária de Veículos CAOA Santos; o time cubatense venceu pelo placar de 5 a 2, com um belo espetáculo apresentado. 

A 2ª, partida não ficou por menos, a equipe da Decathlon Praia Grande,  também obteve a segunda vitória, vencendo a equipe Sanmell Motos Honda São Vicente, por um placar quase idêntico ao da primeira partida. A equipe de Praia Grande venceu a equipe Vicentina por 4 a 2. 

Parabenizamos a todos os atletas que participaram. A arbitragem da noite ficou por conta de Allan Sales e Emanuel Pereira, árbitros da Liga Desportiva MV, Baixada Santista. 

Hoje tem mais pessoal, prestigiem!

80% das pessoas já viram discriminação no trabalho, mas só 1 em cada 3 relatou à empresa

Fonte: G1
Uma pesquisa feita com mais de 18 mil pessoas revela que, se presenciar situações de discriminação não é algo incomum no ambiente de trabalho, o mesmo não se pode dizer em relação a relatar esse tipo de caso à empresa. Segundo o levantamento, a proporção de pessoas que dizem já ter visto ou vivenciado discriminação no trabalho é de 80%. Ao mesmo tempo, 1 em cada 3 pessoas dizem se sentir encorajados a levar o assunto ao departamento de Recursos Humanos (RH).

O levantamento foi feito pela Kantar com trabalhadores de 24 setores diferentes em 14 países – incluindo o Brasil. Entre os entrevistados, 25% responderam que se sentiram assediados ou intimidados no ambiente de trabalho nos últimos 12 meses, mas a maioria (67%) aponta que não se sente confortável para reportar comportamentos negativos para a liderança ou aos gestores de RH.

Negros na liderança: debates sobre desigualdade racial crescem, mas falta de referências ainda é barreira para profissionais 
O estudo também apresenta os dados divididos por gênero, orientação sexual e etnia. Entre as mulheres, 27% apontam que foram induzidas a sentir que não pertenciam ao seu local de trabalho. Já a proporção das que acreditam que ganham menos que colegas homens em posições semelhantes é de 20%.

Entre os trabalhadores LGBTQ+ ouvidos pela pesquisa, 24% dizem ter sofrido bullying no trabalho no ano passado. Além disso, 36% acreditam ter enfrentado obstáculos em termos de ascensão profissional devido à sua orientação sexual. A pesquisa mostra ainda que as pessoas LGBTQ+ ocupam apenas 2% das posições dentro do conselho de administração das empresas, contra 9% da força de trabalho global estimada.

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Já na divisão por etnia, os dados mostram que 11% que se identificam como minoria acreditam que são tratados de forma muito diferente no trabalho por causa de sua etnia. Já 13% se sentem excluídos e 28% se sentem ansiosos com frequência.

No Brasil
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