Info Comerciário 193/2019

sexta-feira, 25 de abril de 2014

1º de Maio deve reunir milhares de comerciários no Estado

Luiz Carlos Motta 
Presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo 

1º de Maio deve reunir milhares de comerciários no Estado O Dia do Trabalho é a data ideal para darmos visibilidade ao crescimento da categoria comerciária que hoje já ocupa cerca de dois milhões e setecentos mil postos de trabalho no Estado de São Paulo. Trata-se de uma categoria verdadeiramente nacional com 12 milhões de empregados em todo o Brasil. Sem dúvida, somos a maior categoria do País. Estamos presentes em todos os municípios. Na União Geral dos Trabalhadores (UGT), nossa Central, a representação comerciária ultrapassa quatro milhões. 

Na Capital, Grande São Paulo, Interior e Baixada Santista as comemorações do Dia do Trabalho promovidas 68 pelos Sindicatos Filiados à nossa Federação devem reunir milhares de comerciários e comerciárias em torno de festividades e questões reivindicatórias da categoria. Exemplo: lutar pela manutenção da política de valorização do salário-mínimo, hoje em R$ 724,00. Entendemos que aumentos no Piso Nacional refletem, positivamente, nos demais pisos profissionais, elevando o poder de compra do consumidor. Assim, o comércio vende, o comerciário ganha e a economia gira. 

 Além de sorteio de prêmios, atrações musicais, entretenimentos adultos e infantis, nossos dirigentes sindicais vão reiterar neste 1º de Maio nossas reivindicações por melhores condições de trabalho e qualidade de vida que agora ganharam força com a Regulamentação da Profissão de Comerciário! Saudações Sindicais Luiz Carlos Motta Presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo.

Mulher, Disque Denúncia - 180

O Ligue 180 passa a ser disque-denúncia. Isso lhe confere efetividade imediata, própria deste tipo de serviço —o que significa encaminhamento direto dos casos à Segurança Pública e à Justiça, entre outras providências. O balanço de 2013 indica que do total de 106.860 encaminhamentos para a rede de atendimento, 62% foram direcionados ao sistema de segurança e justiça. 

O levantamento do serviço, prestado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), aponta que em 2013 subiu de 50% para 70% o percentual de municípios de origem das chamadas. Cresceu também –em 20%– a porcentagem de mulheres que denunciou a violência logo no primeiro episódio.

Relatos de violência apontam que os autores das agressões são, em 81% dos casos, pessoas que têm ou tiveram vínculo afetivo com as vítimas. A Central de Atendimento à Mulher atingiu 532.711 registros no ano passado, totalizando quase 3,6 milhões de ligações desde que o serviço foi criado em 2005. Houve queda no total de ligações em 2013, por falta de uma campanha massiva e esgotamento do sistema frente à demanda.

 A violência física representa 54% dos casos relatados e a psicológica, 30%. No ano, houve 620 denúncias de cárcere privado e 340 de tráfico de pessoas. Foram registradas ainda 1.151 denúncias de violência sexual em 2013, o que corresponde à média de três ligações por dia sobre o tema.

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