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Info Comerciário 195/2019

sexta-feira, 18 de março de 2016

Prontas para vencer desafios!


Fonte: Fecomerciários
Com o auditório do Centro de Lazer da Fecomerciários em Praia Grande tomado por mais de 650 trabalhadoras no comércio de todo o Estado de São Paulo, começou a 6ª edição do “Mulher Valorizada, Comerciária Fortalecida”, o maior encontro de mulheres comerciárias de todo o País. Elas começaram a chegar ao Centro de Lazer na quinta, dia 17/3. 

Neste ano, por conta do grande número de inscritas, o evento foi dividido em duas etapas, dias 17 e 18, e 20 e 21. Até o último dia, mais de 1.300 mulheres devem participar do encontro que nesta edição tem como tema “Prontas para vencer desafios”.

O Sincomerciários BS estará participando da 2ª etapa do evento.

Mulheres são maioria no trabalho doméstico, revela pesquisa do MTPS Ipea

Fonte: Ag. Diap
A pesquisa sobre inserção das mulheres no mercado de trabalho, apresentada recentemente lançou um olhar minucioso sobre uma categoria simbólica quando o assunto são os abismos de gênero no mercado de trabalho: trabalhadoras domésticas.

Segundo o levantamento feito pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nas moradias das classes média e alta a tarefa é quase exclusivamente feminina: 92 % dos empregados domésticos são mulheres e essa é a ocupação de 5,9 milhões de brasileiras, o equivalente a 14% do total das ocupadas no Brasil.


Pesquisa
O estudo, que fez um recorte estatístico de 2004 a 2014 e considerou as mulheres ocupadas a partir dos 10 anos de idade, revelou também o quanto são precárias as condições de quem vive dessa profissão. A média de estudo delas é de seis anos e meio, o salário é de aproximadamente R$ 700, e até um ano atrás mais de 70% não tinha carteira assinada.


Importância da Carteira de Trabalho assinada

Lei do Feminicídio completa um ano

Um ano após a entrada em vigor da Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104), as primeiras condenações pelo assassinato brutal de mulheres começam a indicar o fim da impunidade na espiral de violência contra o sexo feminino.

A aplicação da norma se junta à lei Maria da Penha e às políticas criadas para prevenir e punir atentados, agressões e maus-tratos, em uma demonstração do empoderamento das mulheres.

Para avançar na punição aos responsáveis e ampliar a aplicação da nova lei outras medidas estão em curso.

Numa importante linha de ação, está em definição as diretrizes e os elementos desse tipo de crime que irão nortear as investigações, os julgamentos e as condenações do feminicídio. A definição desse padrão está sendo feito pelo governo brasileiro em conjunto com a ONU Mulheres.
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