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Info Comerciário 195/2019

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Brasileiros ainda deixam emprego por falta de oportunidade, diz pesquisa

Fonte: CNTC c/informações G1
Pesquisa do LinkedIn mostrou que muitos profissionais brasileiros ainda deixam o emprego por falta de oportunidade de crescer na carreira. Segundo o levantamento, 40% dos trabalhadores disseram que isso é o maior motivador para mudar de empresa.

Buscar um trabalho desafiador (38%), insatisfação com remuneração e benefícios (34%), insatisfação com ambiente de cultura da empresa (30%) e insatisfação com recompensas e reconhecimento (26%) foram citados como os principais fatores para buscar uma nova oportunidade de emprego.

A pesquisa questionou os profissionais sobre a receptividade para uma proposta de emprego, o conhecimento sobre a empresa antes de se candidatarem a uma vaga e os recursos que esses profissionais utilizam para trocar de emprego.

Nova oportunidade

Ato na Paulista reafirma união das Centrais por emprego e direitos


Fonte: Fecomerciários
As oito Centrais Sindicais levaram cerca de seis mil manifestantes à Avenida Paulista, região central de São Paulo, na manhã desta terça-feira, 16 de agosto. No ato unitário, intitulado Dia Nacional de Mobilização e Luta pelo Emprego e pela Garantia de Direitos, UGT, Força Sindical, CUT, CTB, Nova Central, CGTB, Intersindical e Conlutas deram forte demonstração de unidade pela preservação dos direitos trabalhistas e previdenciários ameaçados pela “Ponte para o Futuro”, plano de governo do presidente interino Michel Temer. O protesto também constituiu uma forma de respeito aos trabalhadores em suas bases.

Atos regionais
Luiz Carlos Motta, presidente da UGT/SP e da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, mobilizou trabalhadores de várias categorias, com destaque aos comerciários e práticos de farmácia dos Sindicatos Filiados. Duas colocações marcaram o discurso do líder sindical comerciário no protesto.
Primeiro, Motta antecipou que a UGT/SP, juntamente com as 12 Regionais da Federação, também vão promover atos, em todo o Estado, com base na seguinte pauta:

- Preservar direitos trabalhistas e previdenciários.
- Gerar empregos com incentivo à indústria e ao comércio.
- Repudiar a terceirização da mão de obra ampliada.
- Repudiar a Reforma da Previdência.
- Combater a proposta de se prevalecer o negociado sobre o legislado, entre outros.
- Lutar pela manutenção da CLT.


Licença paternidade, pais também tem direito de faltar para levar filhos ao médico

Pai viúvo, divorciado, adotivo, com guarda compartilhada. É inegável a importância da figura paterna na criação e educação dos filhos. O papel de provedor distante é, a cada dia, substituída pelo pai participativo, que dá banho, corrige lição de casa, leva para festas e cuida da saúde. E, por isso, ele tem de exercer seus direitos, como a licença-paternidade e a possibilidade de se afastar do trabalho para cuidar dos filhos, destaca o Ministério do Trabalho.

A licença-paternidade é de cinco dias seguidos, a contar do primeiro dia útil após o nascimento do filho, sendo que no serviço público federal e em empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã o período é ampliado para 20 dias corridos. A mesma regra vale para homens que adotarem filhos. “Esse é um direito do pai. É uma licença remunerada sem prejuízo ao salário”, destaca o secretário de Relações do Trabalho, Carlos Lacerda.


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